sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Palavras

Hoje precisava de ti, das tuas palavras.
Sempre as palavras e o poder que elas têem pra mim.
Faladas, escritas...para uns meras palavras.A mim, dão-me sentido à vida.
Por isso eu escrevo.São como uma catarse libertadora.Libertam as coisas boas e más que sinto cá dentro.A dor, a desilusão, o prazer, a paixão, a felicidade, o amor, as dúvidas...
São palavras que choram as que escrevo agora...estou triste!
"
Ana Casanova

25 comentários:

Nadezhda disse...

Esses dias tenho precisado mais do que as palvras. De uma boa companhia ;)

Vivian disse...

...deixe então que estas tuas palavras ecoem como sons
de clarins atravessando
o universo em direção
ao seu amor.

muahhhh

Afrodite disse...

Deixe toda triateza se esvair e assim a felicidade voltará a habitar tua alma,amiga!
Um beijo!

Erick Júlian de Medeiros Feitoza disse...

essa musica me lembrou paplpite.


Tô com saudade de você
Debaixo do meu cobertor
E te arrancar suspiros
Fazer amor
Tô com saudade de você
Na varanda em noite quente
E o arrepio frio
Que dá na gente
Truque do desejo
Guardo na boca
O gosto do beijo...

O Profeta disse...

Deixo-te um diadema de doces palavras para coroar a tua tristeza...


Doce beijo

Táxi Pluvioso disse...

Quando preciso de palavras... ligo a TV. bfds ;-))))

Humana disse...

Tu és demais Táxi!Lol
Somos tão diferentes...mas gosto!
Beijinhos e bom fim de semana.

Táxi Pluvioso disse...

Estou a experimentar um netbook, um Magalhães mais crescido, que comprei para dar descanso ao computador, ainda não percebi como isto funciona. Creio que o gato está mais avançado do que eu.

Bom nestes objectos que nos trazem a felicidade indoors é que fazemos coisas sem saber como. Já aumentei a imagem e não sei onde carreguei.

Vamos lá ver se consigo publicar isto.

Delfim peixoto disse...

Gostei de ler o que escreves sentidamente

O Profeta disse...

Esta carícia de fresca brisa
Transporta a beleza de Oriente
Uma voz doce cede ao silêncio
Esta aurora acorda finalmente

A sombra perdeu-se na luz
Escuto o pranto e o riso na bruma
Palavras fugindo ao sentido
Lembranças perdidas na espuma



Bom domingo



Mágico beijo

Lc disse...

Então faz o favor de ficar alegre, bom fim de semana, fica bem.

Paulo Fernando disse...

Palavras fortes, mas sinceras. Ainda bem que as coisas são mutáveis, assim como os sentimentos. Espero que, na manhã seguinte (ou nesta) tudo não tenha passado de um blefe humano (ou de mero engano). Por fim, caso nada disse aconteça, ainda existe a possibilidade de ser resolvido agora. Nada é para sempre: nem o amor, nem a dor.

Bjos cariocas deste brasileirinho, minha querida!

Anónimo disse...

Parece-me que a Net está subindo...na Costa do Sol.

Elcio Tuiribepi disse...

Oi Ana, realmente as palavras tem força, mas, amanhã é outro dia, o sol pode estar chegando e se por acaso voltar a chover, a chuva pode misturar-se as lágrimas e pronto, as lágrimas se vão, e quem sabe as próximas colheitas não sejam melhores. Nada como o tempo, amigo e companheiro. Um abraço, valeu a visita no verseiro. Bom domingo.

Léo Mandoki, Jr. disse...

...tens que ter cuidado com as próprias palavras que escreves...é que nem sempre funcionam como catarse. No instante imediato em que escrevemos uma palavra (sobretudo se for a mão numa folha de papel)ela já deixa de nos pertencer e ganha vida própria. E há palavras que, qnd agrupadas, tornarm-se crueis connosco mesmos. Achamos que estamos a libertá-las e elas acabam por regrassar para dentro de nós com mais intensidade.
Da próxima vez que eu vier aqui quero ler um texto que seja condizente com a beleza dos teus olhos....prometes-me???
beijosss

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá querida Ana, não te deixes abater pela tristeza, escreves muito bem, és linda, está um dia de sol tão bonito... Alegra-te Ana... Beijinhos de carinho e ternura,
Fernandinha

Rafaela Abreu disse...

E, sabe, as palavras nunca devem ser consoladas; por si sós, já são a plenitude do consolo.

Mas, veja... como as outras, também são palavras e, por isso, ficam tristes.


Abraço

calbetch disse...

Ando num monólogo ultimamente. Falo palavras, e elas ecoem na parede do meu círculo, voltando para mim sem sabor, sem gosto.

Às vezes, parece que podemos esgotar a palavra, a esvaziar do seu sentido profundo, e transformá-la numa sucessão de letras sem ligações.

Quando passo a escutar as palavras dos outros, me parece que elas não têm sentido também. Como se fossem uns sons carregados pelo vento mas apagados no caminho...

Mundo estranho aquele em que ninguém fala mais com ninguem e ninguém escuta mais ninguém...

Beijos.

O Profeta disse...

PAssei para te deixar um terno beijo...

Círculo Literário disse...

Demais!!!
Suas palavras são tristes, mas tocantes, sensíveis e intensas!!!Parabéns, grande artistas das palavras!!

João Videira Santos disse...

Como dói a tristeza...

Como corrói o que de melhor floresce e vive em nós...

(...que ela se vá para lá do horizonte onde os azuis se fundem com o verde d esperança!)

Beijo

. disse...

Gosto muito do teu blog, costumo visita-los. Gosto da tua escrita, parabens continua. Beijocas

Quase Trinta disse...

"palavras de um futuro bom"

[ rod ] disse...

A tristeza reflete na grandiosidade do dito... parece não, é fato.. que assim exprimimos a mais saborosa e seleta forma sensorial de poesia.

Perfeição!!!!

Bjs,


Novo Dogma:
roMance...


dogMas...
dos atos, fatos e mitos...

http://do-gmas.blogspot.com/

freefun0616 disse...

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