segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ANTOLOGIA DE POESIA CONTEMPORÂNEA "ENTRE O SONO E O SONHO"








Meus amigos, a convite da Chiado Editora na pessoa de Gonçalo Martins, fui convidada a fazer parte da Antologia de Poesia Contemporânea "Entre o Sono e o Sonho" - Volume III. Eramos cerca de quatrocentos autores e o lançamento realizou-se no espaço Zeno Lounge do Casino Estoril. Foi um momento muito especial para todos os participantes e todos os presentes leram um poema. Tive a oportunidade de estar com vários escritores amigos, alguns aqui nas fotos, como Maria Antonieta, Natália Nuno, Luisa Raposo, Francisco Amaral Jorge, Emanuel Lomelino, José Luis Outono, Vera Fornelos e Delmar Maia Gonçalves. Muitos outros amigos entram nesta Antologia e refiro a minha querida amiga Ana Paula Lavado, António MR Martins, Luis Ferreira, Ângelo Vaz, Paulo Themudo, Cecilia Vilas Boas. Alguns deixei passar concerteza mas como digo somos quatrocentos e não conheço todos.
Tive a acompanhar-me o meu Gonçalo que vocês já bem conhecem e de cujas evoluções falarei numa outra postagem. Tem-me dado muitas alegrias este meu pequeno/grande companheiro, que me perguntou se também ia ler! Lol
Para registo aqui a vossa amiga lendo um dos novos poemas que sairá no próximo livro e o meu querido amigo o escritor Moçambicano Delmar Maia Gonçalves que nos proporcionou um grande momento de Poesia.
Acrescento e porque podem estar certos que vale a pena, que esta Antologia pode ser adquirida por telefone para o número de telefone (0351) 218464556 ou adquirido nas lojas online das Livrarias FNAC, Bertrand Livreiros, Bulhosa e Wook.  A Chiado Editora oferece os portes.
Um beijinho com a amizade de sempre,


Ana Casanova

8 comentários:

nuno medon disse...

olá. fico muito contente, pelos teus projectos estarem a correr bem. Quem sabe se o teu filhote, não será um poeta, a seguir as pisadas da mãe? quando for á fnac, vou estar mais atento a isso da poesia. A poesia faz-te muito bem. gostei das fotografias :) . beijos e um abraço. força menina.

Marcia disse...

Sucesso para Antologia amiga bjos!

OceanoAzul.Sonhos disse...

Parabéns Ana, gosto muito do que escreves, fou um prazer ouvir-te neste dia!

beijinhos
cvb

José Rodrigues Dias disse...

Olá, Ana:

Foi uma tarde bonita. Parabéns e força para continuar!

J. Rodrigues Dias

Kepler disse...

Não posso deixar de manifestar a minha opinião. Sou um defensor da Língua Portuguesa. Qualquer candidato a escritor tem a obrigação de, acima de tudo, escrever português correcto. A Ana Casanova Pinto, além de dar erros ortográficos, não sabe utilizar a pontuação. Os seus poemas são redutores, pois limitam-se, sempre, ao mesmo tema. Enfim, pindéricos.

Ana Casanova disse...

Senhor Kepler, nome falso é claro, acho interessante estar com problemas com determinadas pessoas e "por acaso" o senhor surgir do nada...
Não suporto gente COBARDE! Quem é o senhor? Onde viu os erros ortográficos? Está a chamar o quê a todos os meus leitores, amigos e seguidores? Se esperava que tirásse o comentário... Este tipo de acções só me fortalece!

Seja Feliz!!!

Ricardo Bragança Silveira disse...

Bem, não posso também deixar de expressar a minha opinião. Expressar a opinião de se gostamos ou não da poesia, somos livres, parece-me deselegante vir a este blogue espalhar este tipo de falsidades. Mas, vou deixar a minha opinião, de facto a poesia da Ana Casanova é linda, tem uma beleza incomparável. Por acaos nunca vi erros ortográficos, mas admito poder estar distraído, mas colocar-se sob um nome falso e sem cara para vir defender a língua portuguesa e usar o termo "pindéricos", que, apesar de fazer parte da língua portuguesa, trata-se de uma palavra tão baixa da língua portuguesa e que me fazem lembrar a linguagem de pessoas que se acham superior ao comum dos mortais... Enfim, realmente a incapacidade humana para o respeito é algo que algumas pessoas deviam ter como disciplina obrigatória na escola...

Peço desculpa, mas foi a minha opinião.

Xavier Zarco disse...

Caro Kepler, a pontuação em poesia, e não só, serve sobretudo para uma coisa, isto reduzindo ao máximo a sua serventia, marcar ritmo de leitura através da vírgula (pausa curta) e do ponto (pausa longa).
Sobre o temática pindérica. Pois!, é caso para dizer que os nossos poetas medievais também o eram, tal como, por exemplo, Camões, Bocage, Pessoa, enfim, todos os que, até nos dias de hoje, sobre esta escrevem. Um abraço, Xavier Zarco